sábado, 31 de maio de 2014

Ônibus Elétrico


Ônibus Elétrico 



Busão, busu, lotação, ligeirinhos... Não Importa o apelido, o ônibus é um veículo de locomoção em qualquer parte do mundo. Todas as pessoas podem desfrutar dele independente da idade, sexo ou condição socioeconômica. Quem já andou ou anda de ônibus passa por congestionamento a qualquer hora do dia sendo parte do cotidiano das grandes cidades brasileiras. Congestionamento que causa da grandes emissão de poluentes na atmosfera todos os dias. Historicamente o Brasil já vem usando transporte sustentável desde 1892 quando o primeiro bonde elétrico foi instalado no Rio de Janeiro. Agora no presente temos varias soluções para um transporte urbano sustentável em teste no Brasil. Principalmente em, Salvador com ônibus do elétrico chinês da BYD.

CARACTERÍSTICAS SUSTENTÁVEIS:

O ônibus é dotado de baterias de fosfato de ferro que precisam de entre 4 a 5 horas para ser recarregadas. A autonomia do elétrico chinês da BYD é de 250 quilômetros a 320 quilômetros, dependendo das condições de operação e da lotação.

Há dois motores elétricos no eixo de tração, o que segundo a BYD, aumenta a força do veículo e permite um melhor desempenho, com redução inclusive no nível de ruído, ampliando o conforto dos passageiros.
Assim como ocorreu nas outras cidades, em Salvador o elétrico recebeu adesivos referentes ao município e as inscrições de que o ônibus não emite nenhum tipo de poluente.

INVESTIMENTOS:

A BYD, que anunciou a intenção de investir US$ 100 milhões para construir uma fábrica de ônibus elétricos no Estado de São Paulo, já circulou com o modelo em diversas cidades, entre elas, Salvador, São Paulo, Brasília, e Palmas. Após a conclusão da planta paulista, a BYD espera chegar até 2016 a uma produção de 4 mil ônibus elétricos por ano para o Brasil e países vizinhos da América Latina.

Autor: Marcilio Oliveira Silva




http://fundacaoverde.org.br/wp-content/uploads/2013/12/onibus_eletrico_salvador3.jpg



quinta-feira, 29 de maio de 2014

Tecnologia Hybrid Air



A tecnologia Hybrid Air foi desenvolvida pela PSA Peugeot Citroën em colaboração com a Bosch e revelada mundialmente este ano. Ela segue os objetivos do Grupo PSA de atender os desafios mundiais referentes às emissões de gases de efeito estufa e a redução de poluentes e propor aos clientes carros equipados com uma tecnologia híbrida completamente nova e acessível para a grande maioria em termos de preço e desempenho.

 O hybrid air não conta com o uso de baterias, para uma agressão bem menos reduzida do meio ambiente (69g/km de CO2 e reciclagem facilitada) e apresenta um consumo baixo consumo de combustivel (cerca de 34km/l), em termos de comparação com ela é possível uma diminuição de 45% do consumo de combustível na cidade de um carro compacto em relação a um com motor a gasolina equivalente.

O sistema conta com um computador central que analisa o uso do motorista e se adapta o modo de operação em três modos diferentes:
·       
           Air (ZEV – Veículo de Emissão Zero) ativo até 70 km/h - No modo Air (ZEV), apenas a energia contida no ar comprimido faz o veículo avançar.
·       
            Gasolina - No modo gasolina, apenas o motor a gasolina faz o veículo avançar.

·    Combinado – No modo combinado o mecanismo com ar comprimido contribui como boost para o motor a gasolina em acelerações e retomadas.


O reservatório de energia pode ser recarregado de dois modos. Nas desacelerações (ao frear ou tirar o pé do acelerador), a redução da velocidade não é obtida pela aplicação das pastilhas nos discos de freio, mas pela resistência à compressão do ar nesse acumulador. A outra alternativa consiste em fazer a recarga através da religação do motor térmico – nessa situação, uma parte da energia produzida pela gasolina é utilizada para comprimir o ar. Em ambos os casos, a capacidade energética máxima do acumulador sob pressão é atingida rapidamente, em apenas dez segundos.


Autor : Lucas Iglesiais





Link de vídeo que mostra o funcionamento


domingo, 25 de maio de 2014

Especial: Os carros alternativos, biodiesel, etanol, híbridos, gás natural e hidrogênio.

Especial: Os carros alternativos, biodiesel, etanol, híbridos, gás natural e hidrogênio.


Com todo o barulho sobre os carros híbridos nos EUA, o biodiesel e etanol no Brasil e a redução das emissões no mundo, muitos de nós tentamos fazer a coisa certa: Comprar um carro que não aumente nossa dependência pelo petróleo, solte menos CO2 no ar, ajude o meio ambiente e principalmente, que seja barato e nos ajude a economizar. As escolhas estão melhorando, mas ainda é um mercado limitado. 

Vejamos as opções:

Híbridos

A recente moda dos norte-americanos sobre os automóveis híbridos mostra que as forças de mercado estão se unindo ao ambientalismo. Ter um carro que faz 21 km por litro é bom para economizar e ajuda a consumir menos petróleo.

Híbridos trabalham capturando a energia criada quando os freios do carro são ativados. Aquela energia é armazenada em baterias e usada sempre que possível, no lugar do combustível.

Prós

 Rendimento: A Agência de proteção ao meio ambiente dos EUA (EPA) calcula para o Prius da Toyota (modelo popular nos EUA, veja foto ao lado) faz na cidade 25,5 km por litro e 21,5 km por litro na estrada.
Eles são silenciosos, muito silenciosos e oferecem um passeio suave.
Eles andam com gasolina; que é possível encontrar em qualquer lugar.

Contras

 Baterias: Há muita especulação sobre a durabilidade das baterias nos carros híbridos, mas o comprador do primeiro Prius da Toyota nos EUA (motorista de táxi) andou quase 290.000 quilômetros sem precisar trocar a bateria, isso é um bom sinal.

Escolha de veículo: Até recentemente nos EUA, só era possível encontrar carros pequenos usando tecnologia híbrida. Os fabricantes reconheceram a popularidade dos híbridos e começaram a fazer utilitários esporte (carros maiores, chamados de SUV pelos norte-americanos) com a tecnologia.

Veículos que precisam de bastante potência (como caminhonetes, caminhões e os utilitários esporte) melhoram o rendimento com tecnologia híbrida. Mas a melhora não é grande coisa, e normalmente o preço desses veículos pesados é muito maior com essa tecnologia. Pare se ter uma idéia, um modelo mais robusto bastante popular na América do Norte, o Escape da Ford (foto ao lado), tem um rendimento na cidade de 9 e na estrada de 12 quilômetros por litro, uma média de 11 km por litro. O mesmo carro sem a tecnologia híbrida faz 5 por litro na cidade e 11 na estrada, uma média de 7 km por litro..

Preço: A diferença de consumo é grande, mas os custos dessa tecnologia, nos carros que exigem mais, é muito grande. Para este modelo da Ford, a diferença de preço do híbrido é de 8,000 dólares.

BioDiesel

 Ultimamente existe certa confusão sobre o que é biodiesel, mas é o seguinte: Biodiesel não é óleo vegetal, somente depois que retirar a glicerina do óleo vegetal é que temos biodiesel.

Hoje no Brasil, embora seja muito difícil de encontrar, temos biodiesel sendo vendido nos postos, vendido na forma de B2, 2% de biodiesel e 98% de diesel.

A coisa mais importante que você precisa saber sobre biodiesel é que qualquer motor diesel hoje pode usar biodiesel. É possível alternar entre biodiesel e diesel a qualquer momento, exatamente como acontece com os carros flex, gasolina e álcool.

Existem também pessoas que modificam os motores dieseis para rodar com óleo vegetal direto. Esses vão atrás de restaurantes e pegam toda a gordura das frituras, também compram óleo de cozinha para abastecer suas máquinas, ou com simples extração mecânica de sementes oleaginosas conseguem seu combustível.
Óleo vegetal e biodiesel são animais diferentes na mesma família. Biodiesel causa muito menos incômodo que o óleo vegetal.

Prós

 Mais baixas emissões: Quanto mais biodiesel for usado na mistura com o diesel, mais baixo suas emissões.
Versatilidade: Outro benefício para o consumidor é a habilidade para trocar entre diesel e biodiesel sempre que precisar.

Modelos: No Brasil é proibido carros de passeio rodarem com diesel, mas isso tende a mudar uma que vez que as emissões do biodiesel  são menores. Os grandes beneficiados no momento seriam os trabalhadores do campo com maquinário movido a diesel.

Custos: O preço do biodiesel B2 vendido em alguns postos pelo Brasil custa apenas alguns centavos mais caro que o diesel, mas a tendência é o preço ficar mais barato, com a melhor tecnologia na produção de biodiesel e o aumento do preço do petróleo.

Contras


Emissões: Embora carros com biodiesel emitam menos CO2, eles ainda soltam algumas partículas poluentes. Fabricantes americanos de biodiesel estão pesquisando aditivos que tornarão o biodiesel mais limpo.

Tempo frio: Esteja atento aos problemas de viscosidade em tempos de temperatura baixa. Quanto maior a mistura de biodiesel usada, mais viscoso o combustível se torna em temperaturas muito baixa.

Gás natural
Gás natural é um combustível de queima limpa. Ponto para o ambiente, pois ele colabora para acabar com a poluição. Mas gás natural ainda é um combustível fóssil, resultado da decomposição da matéria orgânica fóssil no interior da Terra. O gás natural é utilizado nos transportes em ônibus e automóveis, substituindo o óleo diesel, a gasolina e o álcool.

Prós


Preços de combustível: O custo de GNV (gás natural veicular) é tradicionalmente mais barato que outros combustíveis. Por isso que muitas pessoas estão escolhendo o GNV. Dependendo do veículo e da região, a economia proporcionada pelo GNV em relação à gasolina pode chegar a 65% por quilômetro rodado.

Longevidade: A durabilidade dos carros é maior que os a gasolina tradicionais porque é combustível de queima limpa.

Contras


Opções: Os veículos não saem de fábrica com essa opção é preciso ir a uma oficina fazer a conversão. Mas aos poucos algumas montadoras começam a oferecer algumas opções com GNV. O preço de conversão de veículos flex para uso de gás natural varia em torno de R$ 2,5 mil.

Distância: O gás natural tem o volume duas vezes maior que a gasolina (Precisa do dobro do espaço da gasolina para ser equivalente em eficiência), um tanque cheio de GNV não te levará tão longe quanto um tanque cheio de gasolina.

Política: O governo já sinalizou que a prioridade do gás irá para as indústrias e as térmicas, e não para o GNV.

Bolívia: A estatal boliviana YPFB (Yacimientos Petrolíferos Fiscais Bolivianos) controla boa parte do gás natural que chega no Brasil, assim novas altas de preço aplicadas pela estatal boliviana (como a que aconteceu no começo do ano), influem no preço aqui no Brasil. 

Postos: Os locais para abastecimento de GNV não são muito comuns, mas em cidades grandes não é difícil encontrar um posto que disponibilize o GNV. 

Se você quer saber se em sua cidade possui algum posto de GNV de uma olhada no site:
http://maplink.uol.com.br/gnv/index.htm

Etanol
Etanol é um combustível feito principalmente através da cana de açúcar. Nos EUA é utilizado bastante na forma E85; é uma mistura de 85% de etanol e 15% de gasolina. No Brasil este combustível é largamente utilizado e possui um alto balanço energético, estudos indicam que para cada unidade de energia investida, são produzidas cerca de 8,3 unidades de energia renovável. O preço desse combustível é mais barato que a gasolina, porém seu rendimento é menor, principalmente nos carros bi combustível. O Etanol é um excelente combustível alternativo: é produzido inteiramente aqui no Brasil, renovável e ainda reduz as emissões.

Prós


Versatilidade: Os veículos bi combustível permitem usar álcool ou gasolina em qualquer proporção. A sua única preocupação ao chegar no posto deve ser o preço.

Preço: O preço do etanol, como mencionado acima, é menor que o da gasolina.

Escolha do carro: A variedade de carros disponível é grande. Os fabricantes abraçaram a tecnologia bi combustível e é possível encontrar muitas opções de modelos que rodam com etanol e gasolina.

Contras


Rendimento: Embora os preços sejam mais baixos que a gasolina, o rendimento nos modelos Flex é menor. Na hora de abastecer divida o preço do álcool pelo preço da gasolina. Multiplique o resultado por 100. Se o resultado for menor que 70, não pense duas vezes, encha o tanque de álcool.

Usineiros: A produção está nas mãos dos usineiros, e os preços estão sujeitos a variação de acordo com a capacidade de produção. Em março de 2006 os preços tiveram a maior elevação mensal dos últimos três anos.

Carros verdadeiramente a álcool: No Brasil o país que lançou a tecnologia do motor a álcool, não é possível encontrar um só carro zero com motor a álcool. Bicombustível tem em todo lugar, mas o que apresenta o melhor rendimento são os carros com motores exclusivamente a álcool.

Hidrogênio
Muito exagero foi feito sobre os carros de hidrogênio. A realidade é que eles não estão acontecendo agora e ainda vão demorar a acontecer. Não existe nenhum modo viável de se fazer combustível de hidrogênio sem converter combustíveis fósseis, nenhuma infra-estrutura, e nenhum fabricante planeja uma linha de veículos de hidrogênio. 

O plano do governo brasileiro para o hidrogênio não prevê nada de concreto para o consumidor até 2020.

Combustíveis do futuro

Eletricidade

Prós: A maior vantagem em relação aos motores a combustão interna é que não emite gases poluentes e sua recarga poder ser feita em uma tomada enquanto o veículo está estacionado, a baixo custo.

Contras: O peso das baterias, o elevado tempo para a recarga completa e a pequena autonomia dos veículos. Carros híbridos podem atenuar esses problemas. Há também a preocupação com o aumento e o tipo de geração de energia elétrica 

Biocombustível


Prós: É uma fonte de energia renovável e mais limpa que os correspondentes fósseis. Aproveita a tecnologia já existente dos motores. 

Contras: A agroenergia é sujeita às variações de clima, pragas e sazonalidade, com oscilação de preços. Há que considerar a potencial disputa de terras com culturas alimentícias e o avanço sobre florestas

BTL


Prós: Boa quantidade de matéria-prima disponível, baixa emissão de CO2

Contras: Necessita de grandes investimentos em tecnologia. Alternativa para o longo prazo

GTL


Prós: Tecnologia já existente, zero emissões de enxofre, boa eficiência nos motores

Contras: Necessita de altos investimentos em refinarias

Hidrogênio


Prós: Não polui. O resíduo descartado pelo escapamento é apenas água

Contras: O armazenamento. É um gás muito leve e precisa ser comprimido a pressões elevadas, o que consome energia. Outra preocupação é com a geração de hidrogênio, a tecnologia dos veículos e a rede de distribuição, ambas muito caras.



Autor: Sidney Luis Lopes de Jesus




PELÍCULAS DE SEGURANÇA

Proteção inteligente para carros e ambientes.

As películas de segurança são a opção ideal para proteger pessoas, carros e ambientes, evitando grandes transtornos e gastos nos mais diferentes incidentes, pois conta com tecnologia específica para aumentar a resistência do vidro a choques e impactos, retendo o vidro estilhaçado dentro da moldura e reduzindo ao mínimo o risco de gastos e danos a pessoas e propriedades causados pelos fragmentos, a película bloqueia em até 90% da energia solar, proporciona a economia de energia em até 30%, filtram 99% dos raios UV, 100% poliéster.
Com a película a sociedade pode ter um pouco mais de segurança podendo ser aplicada em portas e janelas da sua casa, os vidros do seu carro, portarias, guaritas, vitrines, divisórias e acessos a áreas diversas de ambientes empresariais. Tudo isso pode ter uma proteção extra em casos de acidentes, vandalismo ou tentativas de roubo, além dos benefícios ainda tem a garantia de 3 anos para descoloramento, deslocamento e bolhas, e uma apólice de seguro dos vidros laterais no caso de automóveis sendo apresentado um BO,

Estas películas conservam suas propriedades óticas, oferecendo maiores propriedades mecânicas de proteção. Estes produtos possuem um adesivo de maior viscosidade para sustentarem os fragmentos de vidro. Apresentam-se em várias espessuras, sendo que todos têm cobertura resistente a riscos, além de suas características de segurança, estas películas  também oferecem proteção solar. Todos vêm com cobertura resistente a riscos e adesivo de grande viscosidade.

Autor: André Luis Braga 

quarta-feira, 21 de maio de 2014

RELATÓRIO FIBRAS NATURAIS E POLÍMEROS

                   Relatório Fibras Naturais e Polímeros
              
Em busca de políticas de sustentabilidade, estudos são feitos com o propósito de utilizar compósitos de fibras naturais. Em função do aumento do preço do petróleo, essa tem sido uma alternativa vantajosa, pois as fibras naturais têm aumentado cada vez mais suas aplicações gerando uma modificação das propriedades mecânicas garantindo assim melhores aplicabilidades.
Todo projeto de um componente mecânico, ou qualquer produto de engenharia, requer, para sua viabilização, um vasto conhecimento das características, propriedades e comportamentos dos materiais disponíveis. Os critérios de especificação ou escolha de materiais impõem, para realização de ensaios, métodos normalizados que objetivam levantar as propriedades mecânicas e seu comportamento sob determinadas condições de esforços. O comportamento mecânico do material utilizado em engenharia é função de sua estrutura interna e de sua aplicação em projeto. As relações existentes entre as diferentes características que influenciam no desempenho de determinado componente podem ser analisados por meio de dados estatísticos garantindo a confiabilidade do produto.
Portanto, a utilização das fibras naturais no processo termoplástico diminuirá a poluição ambiental e dará espaço para uma nova tecnologia de materiais mudando as propriedades mecânicas dos polímeros.
Segundo relatório do instituto de pesquisa FAPESB em maio de 2011, o bagaço de cana corresponde a 27-30% do peso seco da cana e é largamente disponível no Brasil, considerando uma produção em torno de 600 toneladas de cana na última safra. Parte desse bagaço é utilizada para produção de energia térmica enquanto outra é rejeitada ou subaproveitada essas fibras naturais são substâncias alargadas, produzidas por plantas, possíveis de obter fios ou cordas para criar tecidos, não tecidos, aglomerados ou esteiras.
O Brasil é o maior produtor da fibra vegetal do mundo que produz anualmente cerca de 254 mil toneladas e o estado da Bahia é responsável por mais de 95%. A utilização da fibra do sisal em qualquer produto traz benefícios ao meio ambiente. Quando descartada na natureza, em alguns meses esta fibra se torna um fertilizante natural. Já a fibra sintética demora até 150 anos para decompor-se no solo.
A importância da utilização das fibras naturais se dar por: São produzidas aproximadamente 30 milhões de toneladas por ano; Componente fundamental do vestuário, a tapeçaria e outros têxteis de consumo; Grande uso em indústrias para embalagem, papel; Usos na indústria automotiva; Nos países em vias de desenvolvimento e em países pobres, a venda e a exportação das diferentes fibras naturais contribuem significativamente para a geração de recursos e a segurança alimentar dos agricultores e trabalhadores pobres das áreas rurais; Em alguns países em vias de desenvolvimento, as fibras naturais têm uma grande importância econômica, como o algodão em determinados países africanos, o junco em Bangladesh e o sisal na Tanzânia; Em outros casos estas fibras têm menos peso nacional, porém uma grande importância na economia local, como o junco em Bengala ocidental (Índia) e o sisal no nordeste brasileiro.
Segundo pesquisa científica do núcleo de polímeros do SENAI CIMATEC, no ano de 2009, implantaram a utilização das fibras naturais reduz bastante à utilização de outros tipos de aditivos tais como talco, fibra de vidro que são derivados de petróleo, que tem uma densidade maior que a densidade das fibras naturais.
Demonstrar que o polímero adicionado com fibras naturais pode manter ou melhorar as características mecânicas do material original, diminuindo a utilização de materiais derivados do petróleo. Assim, provocar a conscientização a respeito da preservação ambiental, podendo assim utilizar polímeros com adição de fibras naturais em larga escala nos diversos ramos industriais como no automotivo, móveis, construção civil, utensílios.
Com base nisso foi realizado o ensaio de tração para determinar o limite de elasticidade, de escoamento, resiliência e tensão de ruptura. Assim, pode ser comprovado que o biopolímero possui características para serem utilizadas nos ramos supracitados.




REFERÊNCIAS

CARVALHO, F. J. X. Compósito com reforço natural: Plástico Reforçado, Editora do administrador, Ano VIII, n 50, p 40-44, 2006.

SANTOS, Z. I. G. Compósitos com fibras naturais: Pesquisa Técnico Científico do SENAI CIMATEC, Salvador, BA, 2010.

ZANIN, M., DESIDERÁ, C., LOGAREZZI, A., CORREA, C.A. Sistematização da extensão do uso de resíduos de serrarias e potencialidade de aplicação: In: IX Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído. Foz do Iguaçu, CD-ROM, 2002.